“com estas flores nas mãos trago-lhe as minhas meras desculpas e justificativas, talvez seja em vão. Mas será que você pode me escutar ?”

Assim dizia o personagem da quele filme meloso, e claro como um bom filme romântico o casal briga e briga até chegarem em um consenso. A final, a vida é assim cheia de justificativas para as ações, no entanto as justificativas nem sempre chegam à nós, às vezes é preciso procurá-las. Observo novamente o filme, o garoto dizia a garota:

“Sei que é estranho conversa com você depois de tanto tempo distante, mas sempre pensei em você, e tudo o que fiz para me manter longe de você foi em vão. Beijei outras meninas, senti outros perfumes, mas nada me tocou tão forte quanto o seu beijo e o seu cheiro. Que estranho você deveria me ignorar e não me escutar.”

Observando-o a garota respondeu que, ele era importante para ela e que, enquanto não encerramos um capítulo, não podemos partir para o próximo, é preciso encerrar os ciclos. Nos filmes as coisas parecem ser mais simples de se resolver (óbvio é ficção) na realidade nós temos medo de assumir o que sentimos e, muitas vezes preferimos fugir do que encarrar as situações. Claro que fugir e engavetar sentimentos e bem mais simples do que, olhar para a pessoa e falar tudo o que está guardado, vá saber o estrago causaríamos com estas palavras.

Assumir sentimentos é simples, o problema é que nós seres humanos complicamos. Sim, complicamos pelo simples fato de que temos medo de termos os nossos “corações partidos” ou não ser correspondido. Descomplica, pois a vida é feita de tentativas, se não tentássemos não haveria felicidade, amizades, tristezas, amor, maturidade...

Uma dica: olhe para dentro de você, e perceberá que não precisa se complicar tanto, pois à felicidade está dentro de cada um de nós, basta sabermos usa-la.


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