Sabe estou ansiosa pelo lançamento do filme A culpa é das estrelas, já li o livro e me apaixonei *--*, acho que já sabem o filme chega aos cinemas brasileiro no dia 13 de junho \o/.
A Culpa é das Estrelas conta a história de Hazel Grace, uma garota de 16 anos que luta há três contra um câncer terminal. Ela vê sua vida mudar quando vai a um grupo de apoio para jovens com câncer e conhece Augustus Waters, um garoto que perdeu a perna na luta contra a doença.

Se você ainda não leu A culpa e das estrelas eu super² recomendo, sei que pra quem não leu, a historia pode parecer triste, mas mesmo sendo uma obra de ficção, ela passa valores e emoções de qualquer historia 'real' .Como está escrito na capa do livro "Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer mais" eu estou esperando por esse mais. Para matar um pouco da minha e/ou da sua expectativa sobre o filme, que tal vermos alguns trechos e ilustrações.
 
"Todo mundo era muito gentil. Forte, também. Nos dias mais sombrios, o Senhor coloca as melhores pessoas na sua vida."

"E se a inevitabilidade do esquecimento humano preocupa você, sugiro que deixe esse assunto para lá. Deus sabe que é isso que todo mundo faz."
 
"Pensei no meu pai me dizendo que o universo quer ser notado. Mas o que nós queremos é ser notados pelo universo, fazer com que o universo dê alguma bola para o que acontece com a gente..."

"Mas todo mundo deveria ter um amor verdadeiro, que deveria durar pelo menos até o fim da vida da pessoa."
 
"Às vezes as pessoa não têm noção das promessas que estão fazendo no momento em que as fazem."

"Me apaixonei do mesmo jeito que alguém cai ni sono: gradativamente e de repente, de uma hora para outra."
E pensei que infinito não é a mesma coisa que um grande número. É totalmente diferente. É algo ilimitado. Vivemos em um mundo definido por seus limites: não se consegue viajar mais rápido que a velocidade da luz. Todo mundo deve e vai morrer. Não se pode escapar dessas limitações. Mas o milagre e a esperança da consciência humana é que ainda podemos conceber a infinitude. (John Green, trecho do livro ‘A estrela que nunca vai se apagar’)






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